Raro, não invisível!

Minha experiência como mãe rara e especial, aos 29 anos, teve muitos desafios. Essa patologia manifestou-se na primeira infância de Caio e deixou a minha vida fragmentada: senti-me impotente e sozinha em diversos momentos regados em lágrimas. A fé, a esperança e o sonho de vê-lo feliz e sociável tornaram-se meu combustível ao longo desses anos. A cada dia, pensamentos positivos e muita fé em Deus fizeram e fazem a diferença para que ajudasse Caio a desafiar a medicina e seus prognósticos, com sobrevida saudável e estável ao longo de seus 24 anos.

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